
BRASIL – A partir do dia 1º de fevereiro de 2025, motoristas de Minas Gerais e de todo o Brasil deverão se preparar para um aumento no preço da gasolina e do diesel. Esse impacto vem como consequência do reajuste no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), recentemente aprovado por representantes estaduais. A medida visa reforçar a arrecadação dos estados, mas gera preocupações, já que o peso do novo tributo deverá recair diretamente sobre o consumidor.
O aumento do ICMS para combustíveis era uma mudança esperada, destinada a padronizar a tributação entre as unidades federativas. No entanto, entidades do setor expressaram descontentamento com o índice de reajuste, considerado elevado, o que teria gerado críticas entre os revendedores de combustíveis. Para muitos, a alta é excessiva e poderia comprometer ainda mais o orçamento dos motoristas e as margens de lucro dos postos.
Outro ponto que preocupa o setor de revenda é a possível antecipação do aumento por parte das distribuidoras. Representantes do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo temem que, mesmo antes de fevereiro, o repasse dos custos do ICMS seja feito de forma prematura, o que resultaria em aumento imediato nas bombas. Essa expectativa é compartilhada por muitos revendedores, que já preveem um impacto negativo no mercado e nas vendas de combustíveis.
Embora o ajuste da tributação seja apontado como uma forma de equilibrar as finanças estaduais, os efeitos desse aumento sobre os preços finais dos combustíveis e, consequentemente, sobre o orçamento dos brasileiros devem continuar em discussão nos próximos meses.
Do Por Dentro da Notícia.