Condutor dirigia sem carteira moto de chassi adulterado e 13 anos sem pagar o IPVA

Durante patrulhamento preventivo na Rua Arthur Bina da Silva em Espera Feliz a PM deparou com a motocicleta YAMAHA/DT 200 de cor branca/azul transitando, esse veiculo é utilizado pelo condutor que mora na Avenida Jaime Toledo para a pratica de trilha e não possui vários equipamentos de porte obrigatório referidos no CTB como: placa de […]

Publicado em 12/02/2013 - 17:31    |    Última atualização: 12/02/2013 - 17:31
 

Durante patrulhamento preventivo na Rua Arthur Bina da Silva em Espera Feliz a PM deparou com a motocicleta YAMAHA/DT 200 de cor branca/azul transitando, esse veiculo é utilizado pelo condutor que mora na Avenida Jaime Toledo para a pratica de trilha e não possui vários equipamentos de porte obrigatório referidos no CTB como: placa de identificação, setas de indicação traseiras e dianteiras, retrovisores, lanterna traseira, farol. Ao fiscalizar os documentos de porte obrigatório referidos no CTB o condutor nos disse não portar Carteira de Motorista e CRLV do veiculo. Dando continuidade a fiscalização, ao consultar o chassi que esta gravado na motocicleta no sistema integrado de defesa social, foi constatado que o veiculo não foi encontrado no sistema, o condutor apresentou a polícia a CNH e o documento da moto (CRLV) no ano de 2000 que estavam em sua residência. Havia portanto 13 anos que não é pago o IPVA do veículo. Continuando a fiscalização, foi visto que o número do chassi que está gravado na moto não é igual o do documento, ou seja,  aproximado do numero do chassi constante no veiculo, salvo os dois últimos dígitos “13(treze)” que não consta no veiculo.

Inquirido, o condutor relatou que comprou a motocicleta no município de Cataguases de um terceiro, não o nome que consta no CRLV recolhido e que não tem certeza que possui o CRV do referido veiculo; que quando comprou o veiculo, ele já não possuía os equipamentos de porte obrigatório citados acima e que verificou apenas os números iniciais do chassi, não conferindo a numeração por completa. O condutor ainda relatou que os dois últimos dígitos pode ter sido suprimidos quando pediu para reforçar todo o chassi com uma chapa maciça de meia polegada e pintar posteriormente, que esse reforço foi feito para utilizar o veiculo em MotoCross.

Diante dos fatos o veiculo foi apreendido, não sendo possível lavrar nenhuma autuação de transito por não ter certeza ser o documento recolhido pertencente ao referido veiculo pelos motivos acima expostos. O condutor foi conduzido ao quartel PM para registro dos fatos, posteriormente foi liberado.

 

Com informações da PM


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